Pelo menos, de ninguém em particular. Gostava de ter pessoas à sua volta, gostava do ruído das vozes em fundo. Precisava de ter uma mulher apaixonada por ele e também gostava que ela - apesar de se queixar disso - precisasse dele. Mas, desde que pudesse sentir-se amado, nunca era mais feliz do que quando estava sozinho com a sua caneta, papel e livros. In A história de uma vida em comum - Hazel Rowley
O pior de ler um livro muito bom é que nunca mais o vamos poder voltar a ler, com a descoberta surpreendente de quando ainda não o lemos…
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