Acreditamos a vida inteira em ilusões. Começa com o Pai-Natal, os contos de Hans Christian-Andersen que povoam o imaginário infantil, continua com o JC, depois o Príncipe Encantado adulto - que não queremos acreditar que não existe durante uma vida inteira - e continua por aí fora com os santos, o céu (ou entrada no paraíso), a reencarnação e outros que tal.
Desilusão após desilusão a mente humana não permite que a ficha das ilusões se desligue da tomada. Acreditamos sempre. Por mais vezes que o coração caia aos pés e se parta em bocadinhos. Acreditamos. Passamos por cima do desgosto e partimos para uma nova derrocada. Acreditamos. Sem mágoas ou entraves à entrada de novos sonhos no imaginário. Acreditamos… Talvez porque o sol continue a acordar, todas as manhãs, não importa o que tenta acontecido na noite anterior, mesmo depois de ter mergulhado fundo no mar, aos olhos do Homem.
Devia ter comprado todos as “liberdades” destes pássaros e - talvez - ter boa sorte e felicidade para sempre!... Nunca se sabe...
0 comentários:
Enviar um comentário