Numa guerra sem combates, prisioneiros, dor ou guerreiros, cruzam-se sentimentos, impulsos, desejos, palavras por proferir. Energias que percorrem o corpo de encontro à alma, sem retorno, a qualquer instante. Numa guerra, cá dentro, do bem e do mal, do certo e do errado, do que tem que ser ou não pode ser, neste mundo secreto em que mergulho - mais, cada dia mais! sem jamais confessar -, o combate é grande. Sem oposição, sem luta nem hostilidade. Nesta guerra a que sei que me irei render, por fim, numa mar de sentimentos cruzados difíceis de conquistar...
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